Nem todo liquido se desmancha em ar

Willian Santos

25/04/2013 à 30/05/2013

Há muito se diz da morte da pintura e que ela é uma linguagem arcaica. Efetivamente, realizar pinturas, uma boa pintura, não se constitui em tarefa fácil em nossos dias. Ela viveu tantas vidas, desdobrou programas tão variados, que parece já não ser mais possível criar experiências ricas e dignas das histórias que promoveu. Opondo-se a todos os vaticínios e epitáfios que determinam a falência dessa linguagem, Willian Santos realiza uma exposiçõa corajosa, em que, exibindo conhecimento da história da arte, inventa possibilidades que afirmam a potência criativa da pintura na atualidade. O artista mostra, nesta que é sua primeira exposição individual de pinturas – o que certamente a torna ainda mais impressionante –, cerca de 20 telas, sendo que muitas em grandes formatos (até mesmo gigantes). Uma exposição que vale a pena ver.

SOBRE O ARTISTA

Willian Santos nasceu em Curitiba onde vive e trabalha atualmente. Em 2009 concluiu a formação em Artes Visuais com Ênfase em Computação pela Universidade Tuiuti do Paraná. Desde então tem se dedicado a pintura e ao desenho.

Principais mostras individuais: Nem todo líquido se desmancha em ar, na Galeria Casa da Imagem (2013); "Desenhos" no Museu de Arte de Joinville - Joinville –SC (2012); "Imanência" na Finnacena Escritório de Arte - Curitiba-PR, (2012).
Principais mostras coletivas: "40º SARP - Salão de Arte de Ribeirão Preto", MARP Museu de Arte de Ribeirão Preto-SP (2015), "Qu’est-ce que c’est la photographie?", na Galeria Casa da Imagem (2014), Exposição "9", Museu de Arte da Universidade Federal do Paraná - Curitiba-PR( 2013). Exposição coletiva “CARAMBOLAGE” no Stúdio Antonio Wolff, Curitiba-PR(2011); Exposição coletiva “Possíveis Conexões”, MAC-PR, Curitiba-PR;.

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